São meses de ensaios, seletivas para conquistar uma vaga no evento, escolha da melhor música, coreografia e preparo físico.
Consagrado no Guinness Book como maior festival de dança do mundo, os participantes capricham no que será demonstrado ao público. Figurinos e maquiagem belíssimos completam a apresentação. No entanto, há uma preocupação em relação à saúde que muitas vezes passa despercebida, a região dos olhos. A parte muscular e as articulações são parte comum em todo esporte ou atividade física. Mas quando se pensa na apresentação artística, que envolve uma maquiagem mais elaborada, é fundamental a atenção da saúde ocular.
Abusar da maquiagem pode gerar problemas para os olhos, como conjuntivites e dermatites palpebrais. Outra patologia bem recorrente nesses casos de acúmulo de produtos é a blefarite, inflamação da pálpebra que afeta os cílios ou a produção de lágrimas. "Como resultado, dores nos olhos, desconforto e inchaço", exemplifica a oftalmologista Dra. Paola Grechi, especialista em Plástica Ocular do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, empresa do Grupo Opty.
Grechi alerta ainda para o compartilhamento de maquiagem, prática que pode ser comum na preparação antes da dança no Festival. "A maquiagem, especialmente para a área dos olhos, muitas vezes têm bactérias e fungos. Dessa forma ela propicia contaminações da córnea e conjuntivites", conclui. Os olhos da plateia são agraciados com as belas apresentações no placo, mas a saúde do bailarino vai além do preparo muscular e artístico. A precaução ocular também é essencial.
Sobre o Sadalla
Desde 1942, o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, situado em Joinville (SC), faz o melhor para a saúde ocular dos brasileiros. Seu compromisso é oferecer o que há de mais moderno nas técnicas para o tratamento e cuidados com os olhos.
Atualmente, em uma estrutura com 10 mil m² distribuídos em quatro andares, 47 consultórios, seis salas cirúrgicas, dois centros de exames e diagnóstico e dois consultórios de Pronto Atendimento, são realizadas em torno de 10 mil consultas e 1.300 cirurgias ao mês.
Considerado centro de referência na oftalmologia brasileira, o Hospital está sempre investindo em tecnologia, na qualificação de sua equipe médica e na excelência do atendimento, que são corroboradas pela Certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) Nível 3.
Esta certificação estabelece gerenciamento do desempenho para toda a organização; cronograma para benchmarking dos processos/atividades críticas; cronograma para análise crítica dos processos e programa para condução de projetos e melhoria de processos.
Sobre o Opty
O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil.
O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a prática da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.
Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando doze empresas oftalmológicas, 1500 colaboradores e mais de 450 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), a Oftalmoclin (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), o Hospital de Olhos INOB (DF), o Hospital de Olhos do Gama (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), o Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC), a Clínica Visão (SC), e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 24 unidades de atendimento.