"A feira sempre me encantou, mas desta vez algo me tocou de forma ainda mais profunda", diz Debora. Ela observou que as empresas trouxeram em suas coleções mais consciência, mais identidade e mais ousadia. 
O que mais atraiu seu olhar foi a força dos produtos feitos à mão. A presença maciça de artesãos, designers e lunetiers com propostas de produtos com detalhes minuciosos. Para ela, existe alma quando um óculos nasce das mãos de quem acredita no design como expressão.
Debora percebeu também que a sustentabilidade esteve muito presente, não apenas como discurso, mas como prática. Ela constatou em muitas coleções o uso de materiais reaproveitados, processos mais conscientes e marcas assumindo um posicionamento claro sobre o futuro. 
Em termos de tendências, ela anotou os seguintes movimentos:
* óculos esportivos com mais espaço e sofisticação
* armações em metal muito bem trabalhadas
* acetatos transparentes trazendo leveza e modernidade
* muita ponte dupla
* modelo aviador em alta
* acetatos bold, com presença marcante
* convivência entre maxióculos e mini óculos, mostrando que há espaço tanto para impacto quanto para minimalismo
* lentes cosméticas reforçando os óculos como acessórios de moda
* armações geométricas aparecendo em praticamente todas as marcas.
E o consumidor? Em inúmeras conversas que teve com os profissionais do setor, Debora constatou que o consumidor está afirmando mais sua personalidade e está mais disposto a experimentar formas e volumes. Assim os óculos definitivamente ocupam um lugar de protagonismo na imagem. "Foram dias intensos que vivi na MIDO", conclui.
Fonte: Abióptica
 
Sobre a Abióptica
Desde 1997, a Abióptica - Associação Brasileira da Indústria Óptica - representa e fortalece o setor óptico no Brasil. Reúne mais de 200 empresas associadas, responsáveis por mais de 95% das marcas comercializadas no país. Sua missão é conectar indústria e varejo, defendendo os interesses do consumidor e impulsionando o desenvolvimento do segmento.