A luz azul
emitida por écrans e lâmpadas exercem diversos efeitos negativos sobre o
sistema humano. A faixa a luz azul violeta é a mais nociva, entre 380-450 nm. Promove alterações consideráveis para a
saúde humana.
Muito se discute sobre o sono ou danos a estruturas oculares
como degeneração na retina, mas a exposição a luz continua vai muito além,
acometendo o sistema neurológico amplamente.
Em especial crianças não deveriam
ser expostas a utilização de écrans (telas) até os 3 anos de idade, evitando a
hiperestimulação do sistema neuroretiniano.
O Transtorno do Espectro Autista ?
TEA, é uma das linhas mais modernas sobre as consequências desta exposição
desmedida. Um TEA apresenta comportamento atípico e não padronizado, esboça
problemas de interação humana e desenvolvimento em grupo. A verbalização e
trabalho em grupo é um fator complicado ente autistas.

Diversos estudos demonstram a
alarmante incidência aumentada de TEA em crianças expostas a telas em sua
infância. O sistema neuro visual não está preparado para recepcionar tantos
comprimentos de onda e estímulos simultâneos apresentado pelas coloridas telas
atuais.
Ainda há de se considerar que a
exposição exagerada a luz azul está correlacionada aos distúrbios do ciclo circadiano,
promovem assim insônia, irritabilidade e consequentemente diminuição na
qualidade de aprendizado e produção do ser humano.
Estudos apontam 3 fotorreceptores na
retina, Cones, Bastonetes e Células Ganglionares, com 3 distintas proteínas:
Rodopsina, Iodopsina e Melanopsina.
A melanopsina tem função fundamental
de comunicação com o núcleo supra quiasmático ? NSQ. O neurônio ganglionar ao
receber a luz azul entra em ciclo OFF, assim não enviando ao NSQ mensagens de
secreção de melatonina, hormônio que leva ao relaxamento e sono.
Hiperestimulação da retina com luz azul
promove o desiquilíbrio do NSQ e por consequência ocorre a secreção de cortisol
e noraadrenalida, em especial com o assistir de filmes e programas de rápido
estimulo visual. Logo existe a insônia.
A astenopia é um fator importante a
se considerar associada a irritabilidade, déficit em aprendizagem, baixa
produtividade e perda de acomodação com embaçamento.
O uso de métodos de bloqueio da luz
azul se fazem eficientes, mas ainda assim o TEA poderia ocorrer pelo excesso de
estímulos.
Deve-se ainda observar que o filtro
de luz azul em momentos que haja a necessidade de produtividade ou estudo,
podem causar sonolência.
Linhas de pesquisa ainda buscam
correlacionar a depressão ao bloquei de luz azul.
FONTE:SONODA, R. T.,
ARAÚJO, A. (2022). DISTÚRBIOS NEUROVISUAIS CAUSADOS POR LUZ AZUL. RECIMA21
- Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218, 3(3),
e331247. https://doi.org/10.47820/recima21.v3i3.1247
AUTORES Núcleo WEducar - OWP Educação: FAVARO, Lenita Elisa; MORAES, Carlos alberto; YASUDA, Flavio Sussumo; SOUZA, Flavia Castro Ribas; SILVA, Rodnil.